domingo

Segundo Quintana...


É PRECISO AMAR, É PRECISO ODIAR, SÃO AS DUAS MOLAS MESTRAS DA VIDA.

Mario Quintana

sábado

Destruição.

Gerações futuras sofreram por atos insanos.

Amar + Elo.

Quando estabelecemos uma relação com o outro, os laços,os elos podem enfraquecer porém, jamais desaparecerão. Laços afetivos são para sempre.

MaltildaWeissMuller

sexta-feira

Ruidos Poéticos


"Todo poema é feito de ar apenas:
a mão do poeta
não rasga a madeira
não fere o metal
a pedra não tinge de azul
os dedos quando escreve
manhã
ou brisa
ou blusa de mulher.
O poema é sem matéria palpável
tudo o que há nele
é barulho
quando rumoreja
ao sopro da leitura."

(Ferreira Gullar)

Ciladas da alma

 
  "A alma é uma coleção de belos quadros adormecidos envoltos pelas sombras.
Vez por outra, entretanto, defrontamo-nos com um rosto
- não precisa ser um rosto inteiro, basta uma música na voz,
uma maneira de olhar, ou um jeito de tocar com a mão...
- que, sem razões, faz o belo quadro adormecido acordar.
Quando isso acontece, somos possuídos pela certeza de que esse rosto
é o que procurávamos desde toda a eternidade...
O corpo estremece.
Está apaixonado."

Rubem Alves

quinta-feira

Coração

 
"O coração é o relógio da vida. Quem não o consulta, anda naturalmente fora do tempo." 
[Machado de Assis]

antes


...desenhava cogumelos coloridos
com lápis de cera
e borboletas com hidrocores
depois as libertava na minha
imaginação...


[Luiz Alfredo]

Horas


[...]
Louco relógio que canta
mortas horas antigas...

[Garcia Lorca]

sábado

Paz e Sorriso

...Cuidar da paz é saber sorrir, é sorrir saber. A misteriosa metafísica do sorriso expressa uma bioenergética essencial. É uma transfiguração do semblante, que irradia raios do sol interior, do self, perene beatitude e consciência pura, chama serena que a tudo ilumina e aquece.
       O sorriso vem do além, como um sonho premonitório, anúncio delicado de uma eternidade a nos aguardar em alguma curva definitiva do caminho. (...)

Na medida e qualidade na qual sorrimos é que nos fazemos portadores e artesões da paz.
Roberto Crema

Ignorância Existencial

 
...Onde nos perdemos? Como a educação fracassou? O que é uma pessoa educada? O que é um país realmente desenvolvido? De onde brota, enfim, tanta demência e violência?
 
A violência pode ser considerada um sintoma, estridente e doloroso, de uma doença maior da humanidade: a ignorância existencial e o esquecimento do Ser.
 
 Nos últimos séculos, com o exercício de uma razão excludente e imperialista, hipertrofiamos a mente analítica, que divide e fragmenta, gerando todo tipo de fronteiras, onde transcorrem os conflitos e dilaceramentos.
(...)
 
Roberto Crema

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